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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
" United Sates of Diabetes"

O enorme consumo de açúcares livres, gordura e sal nos Estados Unidos da América (e na Europa !!!) leva à previsão de que, em 2020, 52% (mais de metade !!!) dos americanos tenham diabetes ou pré-diabetes.

 

Se assim fôr, os doentes com diabetes serão responsáveis pelo gasto de 10% da verba destinada à Saúde, representando um gasto anual de cerca de 500 biliões de dolares.

 

Conseguirão os americanos gerar riqueza para tratar dos seus diabéticos ? E os europeus ? e os portugueses ?

 

É caso para dizer COMER ATÉ Á EXTINÇÃO !

 

 

 

Note que: em Portugal, o estudo PREVADIAB mostrou que o número de diabéticos existentes supera grandemente as previsões para o ano 2025; actualmente 35% da população portuguesa, entre os 20 e os 80 anos, têm diabetes ou pré-diabetes.


Temas:

publicado por João Vilela Gonçalves às 06:53
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Força de Vontade

Clique em:

 

http://videos.sapo.pt/QDZozJCZqoWfbQ2BqZKC

 

 

Quem é que não consegue corrigir os hábitos alimentares ?

 

Quem não consegue fazer um pouco de exercício ?

 

Sem tempo ? Cansado ?



publicado por João Vilela Gonçalves às 08:00
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Calcular Risco de Diabetes nos próximos 10 anos

De acordo com o Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, publica-se a ficha de avaliação de risco de Diabetes Tipo 2:

 

Vá somando os pontos:

 

1) Idade

 

menos de 45 anos (0 pontos)

45-54 anos (2 pontos)

55-64 anos (3 pontos)

mais de 64 anos (4 pontos)

 

2) Índice de Massa Corporal (IMC = peso (kg)/altura (m2) ou seja kg/m x m

 

menos de 25 kg/m2 (0 pontos)

25-30 kg/m2 (1 ponto)

mais de 30 kg/m2 (3 pontos)

 

3) Medida da cintura (medir ao nível do umbigo)

 

3a. Homens

 

menos de 94 cm (0 pontos)

94-102 cm (3 pontos)

mais de 102 cm (4 pontos)

 

3b. Mulheres

 

menos de 80 cm (0 pontos)

80-88 cm ( 3 pontos)

mais de 88 cm (4 pontos)

 

4) Pratica, diariamente, actividade física pelo menos 30 minutos no trabalho ou durante o tempo livre?

 

Sim (0 pontos)

Não (2 pontos)

 

 

5) Com que regularidade come vegetais e/ou fruta ?

 

Todos os dias (0 pontos)

ás vezes (1 ponto)

 

6) Toma regularmente ou já tomou alguma medicamentação para a Hipertensão Arterial ?

 

Não (0 pontos)

Sim (2 pontos)

 

7) Alguma vez teve açúcar elevado no sangue ?

 

Não (0 pontos)

Sim (5 pontos)

 

8) Tem algum familiar a quem foi diagnosticado diabetes (tipo 1 oou tipo 2)?

 

Não (0 pontos)

Sim: avós, tias, tios, ou primos em 1º grau (3 pontos)

Sim: pais, irmãos, irmãs ou filhos (5 pontos)

 

 

 

Nível de Risco Total:

 

menos de 7 pontos: Baixo: calcula-se que 1 em cada 100 desenvolverá a doença

7-11 pontos: Ligeiro: calcula-se que 1 em cada 25 desenvolverá a doença

12-14 pontos: Moderado: calcula-se que 1 em cada 6 desenvolverá a doença

15-20 pontos: Alto: calcula-se que 1 em cada 3 desenvolverá a doença

mais de 20 pontos: Muito Alto: calcula-se que 1 em 2 desenvolverá a doença



publicado por João Vilela Gonçalves às 09:00
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Domingo, 3 de Maio de 2009
Sabia que...

A Diabetes

 

1) é a principal causa de

 

cegueira,

insuficiência renal com necessidade de hemodiálise

amputações não traumáticas

 

 

2) triplica o risco de

 

enfarte cardíaco

acidente vascular cerebral

 

3) evolui de forma silenciosa

 

 

E ainda...

 

a) O coração de um diabético equivale ao coração de um não diabético que já tenha tido um enfarte ?

 

b) a pré diabetes é equivalente à diabetes relativamente ao risco cardiovascular ?

 

 

 

PREVINA A SUA DIABETES. FAÇA O DIAGNÓSTICO, AGORA !!!!!!!!!!!!!!!!



publicado por João Vilela Gonçalves às 09:00
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Domingo, 22 de Março de 2009
OBESIDADE e DIABETES

Dados alarmantes do Centro de Prevenção e de Controlo das Doenças (CDC) dos Estados Unidos da América: o número de novos casos de diabetes duplicou nos últimos 10 anos.

 

Em 2006, a diabetes foi a 7ª causa de morte nos EUA.

 

A obesidade é o maior factor de risco para o desenvolvimento de diabetes (tipo 2, mais de 95% dos casos de diabetes são deste tipo).

 

Um estudo com pessoas com alto risco de desenvolverem diabetes mostrou que é possível reduzir esse risco para cerca de metade, fazendo apenas duas coisas num período de 3 anos:

 

 perder 5-10% do seu peso

 

 fazer 30 minutos de actividade física moderada, 5 dias por semana.

 

 

Em diversos estudos internacionais permitiram o exercício físico, moderado e efectuado com regularidade, permite, mais que a medicação farmacológica, reduzir a tendência para desenvolver diabetes.

 

 



publicado por João Vilela Gonçalves às 00:45
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Terça-feira, 17 de Março de 2009
Retinopatia Diabética: medicamentos anti VEGF

Foi-me diagnosticada retinopatia Diabética. Gostava de saber se, além da fotocoagulação-laser, pode ser tratada com anti-VEGF (abreviatura inglesa para factores de crescimento do endotélio vascular).

 

Resposta:  No mercado português existem comercializados 3 medicamentos anti VEGF: "Lucentis", "Macogen", "Avastin"; este último não está autorizado a ser utilizado na retinopatia diabética.

 

Este tipo de medicamentos é aplicado através de uma injecção intra-ocular. Têm a sua indicação major na "Degenerescência Macular da Idade". Também podem ser utilizados na Retinopatia Diabética proliferativa onde os edemas são difusos, contudo não substituem na íntegra a aplicação de Laser. Mais frequentemente podem ser associados à fotocoagulação (Laser).

 

Dada a pergunta ser muito específica, aconselho a consultar um Oftalmologista que estará mais habilitado para lhe responder.



publicado por João Vilela Gonçalves às 15:48
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
ôi BRASIL, Carnaval está chegando...

Para os meus leitores do outro lado do Atlântico, este post muito especial:

 

É isso aí. Fevereiro tem Carnaval, muito samba, muita malhação. MUITO GASTO CALÓRICO.  Você vai gastar mais energia agora. FALE COM SEU MÉDICO, ESTÁ NA HORA DE MUDAR SUA TERAPÊUTICA (?), temporáriamente...para evitar hipoglicemias.

 

Atenção! O calor provoca desidratação e com isso seu açúcar vai concentrar no seu sangue.

 

Por isso, não esqueça BEBER MAIS ÁGUA !

 

Refrigerante com açúcar vai possibilitar você ganhar um COMA. Isso, por amor de Deus, ESTÁ PROIBIDO.

 

GOZE BEM, GOZE COM SAÚDE ! felicidades

 



publicado por João Vilela Gonçalves às 15:00
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009
Diabeticos Hipertensos: Mortalidade Acrescida

O doente diabético deve ter uma tensão arterial inferior a 130/80 mm Hg (inferior a 13/8).

 

De acordo com o presidente da Associação Americana de Hipertensão, quando a hipertensão arterial está presente nos doentes diabéticos (o que acontece em mais de 80% dos casos) a mortalidade aumenta 7 vezes. Ou seja, a existência destes dois factores de risco potenciam o risco de morte.

 

Os doentes diabéticos devem preocupar-se com o controlo não só do açúcar, mas também do colesterol, da tensão arterial e da anti-agregação; a toma diária de uma aspirina em dose pediátrica (100 mg por dia) ajuda a prevenir a inflamação dos vasos sanguíneos e a ocorrência de acidentes cardiovasculares. Os doentes alérgicos à aspirina têm alternativas.

 

Os grupos de hipotensores mais indicados pertencem aos seguintes grupos: IECA, ARA, diuréticos, antagonistas dos canais de cálcio.

 

NOTE QUE: se os valores estão controlados com a medicação, NÃO A DEVE SUSPENDER mesmo que de forma temporária; se fizer isso, os valores da glicose, do colesterol, da tensão arterial vão voltar a estar descontrolados. E O SEU RISCO CARDIOVASCULAR AUMENTA.



publicado por João Vilela Gonçalves às 10:20
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Gerir a Diabetes

 Os portugueses têm, pela sua situação geográfica, uma ideia da sua posição no mundo. Como se sentirão os noruegueses de Narvik? Empoleirados? Equilibrados? E os australianos, apesar de grandes, sentem o peso de todo o globo nos ombros? Será que os habitantes da Terra do Fogo vivem constantemente com a espada na garganta (leia-se o punhal do continente argentino)? Mas no fundo é sempre o mesmo Mundo, apesar das diversas perspectivas e pontos de vista. Mas neste Mundo existe heterogeneidade, de acordo com o modo como o vivemos.

 

A relação médico-doente alterou-se com os anos; o modo clássico da prática clínica, caracterizado pela anamnese, observação e da prescrição terapêutica, não basta para o sucesso do acto médico. Hoje, o doente e seus familiares são parceiros na negociação terapêutica, sobretudo se de uma doença crónica se trata. Porque numa doença crónica é marco essencial da terapêutica o comportamento que o indivíduo tem perante a sua doença.

 

A patologia cardiovascular é a principal causa de morte nos países ocidentais. Mas essas mortes, pelo menos algumas delas, podem ser evitadas, através do controlo dos principais factores de risco que predispõem aquela patologia. Não tem havido estratégias de grande dimensão e impacto de redução dos hábitos tabágicos ou de controlo da alteração do perfil lipídico, da hipertensão arterial ou da diabetes. Na maior parte dos casos estes factores surgem associados, potenciando o risco.

 

Relativamente à diabetes, existem cinco grandes estudos internacionais, de referência mundial, para a prevenção da doença. Em todos eles, os grupos sujeitos à prática de exercício físico regular e moderado, quando comparados com os grupos tratados só com dieta ou mesmo com um fármaco, tiveram menos casos de novos doentes diagnosticados.

 

Mais recentemente foram conhecidos os resultados do estudo INTERHEART que decorreu em 52 países, envolveu mais de 30.000 pacientes e teve como objectivo avaliar o efeito dos factores de risco cardiovasculares, que podemos alterar com o nosso comportamento, na ocorrência do enfarte cardíaco. O consumo diário de frutas e legumes e o exercício físico diminuem o risco; o tabagismo (mesmo se apenas 5 cigarros por dia) a obesidade abdominal, a diabetes, a hipertensão arterial (valores superiores a 120/70 mmHg) e o colesterol aumentam o risco. Mas a associação destes cinco factores multiplica por 12 o risco!

 

Como transmitimos aos nossos doentes a informação da necessidade da prática regular de exercício físico e seus benefícios? Diria, que de uma forma estereotipada, crua, vazia, pouco assertiva. Recentemente, elaborei com um grupo de 10 diabéticos um programa de avaliação do controlo metabólico durante a prática de Tai-Chi. Os resultados foram muito satisfatórios mas, mais importante que isso, foi criar condições para que 10 pessoas passassem a praticar uma actividade física. O “empurrão” dado permitiu ganhos perceptíveis na autoconfiança, na autoestima e na melhoria do bem estar e desempenho físico.

 

E se centrássemos a consulta de diabéticos no ginásio, junto a uma passadeira, educando o doente no gasto calórico de acordo com o exercício efectuado e suas repercussões no controlo metabólico? Isoladamente pode ser caricato, mas a aplicação dessa estratégia num grupo seleccionado, é por certo motivadora, lúdica e, provavelmente, eficaz. A avaliação clínica e laboratorial surge como complemento. A intenção é perder menos tempo na requisição de exames (supérfluos) e passar mais tempo na motivação do doente, tornando o seu comportamento mais direccionado para um estilo de vida mais saudável, cerne do controlo, não de um mas de vários factores de risco cardiovasculares.

 

Podemos abordar os doentes e a doença de diversas maneiras, embora a frequentemente utilizada careça de total eficiência. A ela estão inerentes gastos elevados de Saúde. Podemos abordar o tema de uma forma inovadora, provavelmente mais realista, mais próxima das pessoas. Até quando vamos continuar a resistir à mudança?

 



publicado por João Vilela Gonçalves às 22:00
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
TENHO DIABETES: O QUE POSSO COMER.

O corpo humano adquire energia para funcionar através do consumo de alimentos. Os alimentos têm vários componentes energéticos (açúcares ou hidratos de carbono, gorduras ou lípidos, proteínas) em diferentes quantidades. Esses componentes dão energia (calorias) permitindo o organismo funcionar. Se consumirmos mais do que gastarmos, engordamos. Se gastarmos mais do que consumimos, emagrecemos. O DIABETICO DEVE COMER DE TUDO. TODOS OS ALIMENTOS SÃO PERMITIDOS.  Mas deve ter a noção que de acordo com os componentes energéticos de cada alimento, há os que lhe aumentam mais a glicemia do que outros. Estamos a falar da qualidade dos alimentos; as embalagens dos alimentos geralmente informam, por cada 100 mg, a quantidade existente de hidratos de carbono, de açúcares livres, de gordura, de proteínas, de calorias.  Já experimentou passear pelo hipermercado "estudar" a diferença destes componentes em alimentos semelhantes? Além da qualidade, há que atender à quantidade dos alimentos ingerida em cada refeição. É que os alimentos que consumimos são transformados em glicose, a fonte energética mais simples que o organismo utiliza para ver, para sentir, para pensar...enfim para desempenhar todas as funções para que está habilitado. A demora em utilizar essa energia contida na glicose caracteriza a "anomalia" existente na diabetes (tipo 2). Assim, quanto menor fôr a quantidade de alimentos ingeridos de cada vez, mais fácil se torna para o organismo assimilar e aproveitar a glicose contida nos alimentos ingeridos. Torna-se preferível comer mais vezes (comer uma fruta, um iogurte um pouco de pão a meio da manhã e da tarde) mas menos quantidade de cada vez.  Refeições mais pesadas mas menos frequentes (por exemplo, apenas pequeno almoço, almoço e jantar) dão uma sobrecarga momentânea de alimento que o organismo tem grande dificuldade em conseguir assimilar; assim, a glicose fica a "boiar" no sangue, criando uma sobrecarga para os vasos sanguíneos que a transportam, condicionando o seu desgaste prematuro SILENCIOSO, responsável das complicações crónicas (enfartes, tromboses, insuficiência renal, cegueira, amputações). O DIABÉTICO pode comer de tudo mas DEVE ESTAR MUITO MAIS ATENTO À COMPOSIÇAO DOS ALIMENTOS QUE INGERE. O diabético também tem direito a ter dias de festa mas DEVE SABER COMO SE PROTEGER  de uma carga de glicose suplementar. O diabético TEM DIREITO A SER FELIZ. O diabético TEM O DEVER DE PROTEGER A SUA SAÚDE. PEQUENAS ATITUDES PARA EVITAR GRANDES MALES.



publicado por João Vilela Gonçalves às 10:02
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João Vilela Gonçalves
Consultor de Medicina Interna, pós-graduado em Diabetologia, tem a competência de Gestão de Unidades de Saúde. Trabalhou em serviços de Cardiologia, Nefrologia e Clínica de Hemodiálise, Consulta especializada do Pé diabético e em Unidades de Cuidados Intensivos. Desempenhou funções de Chefe de Equipa de Medicina do Serviço de Urgência do Hospital de Santa Maria. Foi Assistente Convidado da Cadeira de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas.

Responsável pelas Consultas do Hospital de Pulido Valente (Diabetes, 1994-2004), da PT-Associação de Cuidados de Saúde (Diabetes, desde 1997; Hipertensão Arterial, desde 2006), da Corclínica (Diabetes, desde 1999) e do Instituto Cardiovascular de Lisboa (Diabetes, desde 2004).

Tem o seu trabalho acreditado, do ponto de vista científico, através das inúmeras apresentações em Congressos nacionais e internacionais.
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