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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012
Diabetes tipo 2 nas Crianças: estudo TODAY

A diabetes tipo 2 (frequentemente diagnosticada no adulto) tem aumentado muito nas crianças...dado os hábitos alimentares e sedentarismo destas.

 

O estudo TODAY foi feito para avaliar a eficácia e a segurança da terapêutica farmacológica (!) nas crianças, bem como saber se há crianças que respondem melhor ou pior à medicação.

 

Foram avaliadas 699 crianças com diabetes tipo 2, com idades entre os 10 e os 17 anos, e foram seguidas durante 2 a 6 anos. As crianças foram distribuídas por três grupos terapêuticos: "metformina", "metformina e rosiglitazona" e "metformina e programa intensivo na alteração do estilo de vida (dieta e exercício físico)".

 

Os investigadores concluíram que as crianças que de início tiveram melhor controlo, esse controlo foi melhor ao longo dos meses. (Estas constatações veem suportar a noção da "memória metabólica"). Assim, torna-se prioritário ser mais agressivo na medicação com as crianças, uma vez que essa atitude vai dar "frutos" no futuro, isto é retardar o aparecimento de complicações.

 

 


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publicado por João Vilela Gonçalves às 10:28
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Domingo, 19 de Junho de 2011
OSTEOPOROSE em CRIANÇAS com DIABETES TIPO 2

Em fevereiro último foi publicado no Journal of Bone and Mineral research um artigo acerca da osteoporose e da obesidade em crianças diabéticas.

 

Foram avaliadas 140 crianças com excesso de peso e com idades entre os 7 e os 11 anos. Foram pesquisadas a gordura corporal, a glicemia e a densidade mineral óssea, bem como a prática de actividade física praticada.

 

30% das crianças tinham diabetes ou pré-diabetes; estas crianças tinham uma diminuição "da massa óssea" em cerca de 5% quando comparadas com as crianças que tinham valores normais de glicemia (açúcar no sangue).

 

Considerando que a "massa óssea" se desenvolve na puberdade,percebe-se que estamos perante (mais) um problema gravíssimo. isto é, tal como acontece nos idosos, as crianças diabéticas e obesas correm um sério risco de terem fracturas ósseas devido à fragilidade (osteoporose) dos ossos.

 

 



publicado por João Vilela Gonçalves às 07:34
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
Obesidade Infantil

A "Plataforma para a Obesidade", através dos Professores Ana Rito e João Breda, participaram no estudo internacional COSI de epidemiologia da obesidade nas crianças.

 

Em Portugal, 32% das crianças têm peso a mais, sendo 18% pré-obesas e 14% obesas !!!!!

 

Recorda-se que a Obesidade está directamente relacionada com:

 

Diabetes tipo 2

 

Hipertensão Arterial

 

aumento do Colesterol.

 

 

Será que se deve às crianças comerem cada vez mais álimentos ricos em açúcares livres, gordura e sal ?



publicado por João Vilela Gonçalves às 14:36
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
Devagar, Devagarinho... Crianças Hipertensas... e Obesas

No número de Novembro de 2009 da Revista Portuguesa de Cardiologia, foi publicado um interessantíssimo artigo sobre a "distribuição da pressão arterial em crianças e adolescentes saudáveis".

 

Foram estudadas cerca de 1600 crianças e adolescentes, com idade média de 13 anos, apenas 180 do sexo feminino; 80% destas crianças e adolescentes davam inicío, quando foram avaliados, à sua actividade desportiva.

 

Os valores da pressão arterial medidos a estes 1600 indivíduos, permitiram verificar que:

 

A pressão arterial era normal em 74% dos que tinham peso normal, em 67% dos que tinham excesso de peso e 54% dos que eram obesos.

 

A pressão arterial normal-alta aparecia em 18% dos que tinham peso normal, 19% dos com excesso de peso e 23% dos obesos.

 

A Hipertensão Arterial surgiu em 8% dos individuos com peso normal, 14% dos com excesso de peso e 23% dos obesos.

 

Conclusões: Em crianças e adolescentes obesos, a possibilidade de terem pressão arterial normal-alta ou hipertensão arterial é grande (46%, ou seja quase metade dos individuos), sendo directamente proporcional ao aumento de peso: os obesos têm 4 vezes mais hipertensão que os que têm peso normal.

 

Pergunto: porque continuam os cidadãos e os pais a ignorarem esta realidade ? Que interesse têm os pais na alimentação dos filhos ?



publicado por João Vilela Gonçalves às 08:00
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Diabetes tipo 2 em Crianças

A Diabetes tipo 2, também conhecida pela diabetes do adulto, está em franca expansão em crianças (a partir dos 5 anos).

 

Tal se deve ao aumento do consumo de açúcar, gordura e sal contidos nos alimentos que as crianças se habituaram a comer.

 

Faz sentido ter uma criança de 8 anos medicada para a hipertensão arterial, para o colesterol elevado, para a diabetes ?

 

Hoje, Dia Mundial da Criança, TROQUE OS DOCES PELO EXERCÍCIO FÍSICO.

 

Em vez de comer com o seu filho, BRINQUE COM O SEU FILHO.

 

FAZER EXERCÍCIO FÍSICO DIARIAMENTE DÁ SAÚDE



publicado por João Vilela Gonçalves às 10:42
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008
JÁ NÃO HÁ MENINOS FORTES NAS PRAIAS...

Há meninos OBESOS ! De ano para ano, torna-se mais frequente vermos crianças obesas nas nossas praias. São a geração do sal, da gordura, do açúcar. Movimentam-se com dificuldade agitando toda a sua massa gorda. Observam-se os irmãos e os pais, compreende-se. O enfarte cardíaco e o AVC espreitam, SILENCIOSAMENTE. É uma questão de tempo. O que fazer? Apostar na sorte até há chegada do azar? A realidade é que há que mudar toda a alimentação de 8, 10 anos de hábitos. Então não posso comer nada. Eh ! Se calhar não pode mesmo comer nada daqueles alimentos carregados de gordura, sal ou açúcar a que foi habituado. Isso é tremendo e (quase) impossível. É uma tarefa nada fácil. Contudo a doença está lá e vai seguir, de forma silenciosa, o seu percurso. O tecido adiposo (a gordura) deixou de ser  conceito de formosura ou não. O tecido adiposo é um tecido activo, produtor de substâncias indutoras de diabetes, colesterol elevado, hipertensão, propensão para tromboses. E se o seu filho, com 10 anos, tiver uma glicemia em jejum de 200, colesterol 250 mg/dl, tensão arterial 145/85? Estará tecnicamente condenado? Necessitará de fazer medicação "forte e feia" como o avô? Enquanto vamos remediando a questão e escondemos a cabeça na areia, a Comunidade Europeia emitiu uma directiva (Regulation (EC) nº 1901/2006) a autorizar ensaios clínicos em crianças. Já que não mudam hábitos alimentares então vamos medicá-las, evitando mortes (muito) prematuras. Que sistema de saúde comportará estes gastos? Que sociedade resistirá a este encargo económico? MAIS VALE PREVENIR QUE REMEDIAR. Julgo eu!



publicado por João Vilela Gonçalves às 22:33
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João Vilela Gonçalves
Consultor de Medicina Interna, pós-graduado em Diabetologia, tem a competência de Gestão de Unidades de Saúde. Trabalhou em serviços de Cardiologia, Nefrologia e Clínica de Hemodiálise, Consulta especializada do Pé diabético e em Unidades de Cuidados Intensivos. Desempenhou funções de Chefe de Equipa de Medicina do Serviço de Urgência do Hospital de Santa Maria. Foi Assistente Convidado da Cadeira de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas.

Responsável pelas Consultas do Hospital de Pulido Valente (Diabetes, 1994-2004), da PT-Associação de Cuidados de Saúde (Diabetes, desde 1997; Hipertensão Arterial, desde 2006), da Corclínica (Diabetes, desde 1999) e do Instituto Cardiovascular de Lisboa (Diabetes, desde 2004).

Tem o seu trabalho acreditado, do ponto de vista científico, através das inúmeras apresentações em Congressos nacionais e internacionais.
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