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Domingo, 27 de Janeiro de 2013
Ainda está nas "Festas" ?

Estamos quase no final de Janeiro e o leitor ainda está preso às "festas" ????

 

De que está  à espera para ELIMINAR o SAL, a GORDURA, o AÇÚCAR ????

 

Quando vai INICIAR as CAMINHADAS ????

 

2013 É ANO DE MUDANÇA, NÃO SE ATRASE !!!!!!!!!!!!!



publicado por João Vilela Gonçalves às 09:55
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
Alimentos e Diabetes: porque é importante a Nutrição

Os diabéticos não aderem com facilidade a uma consulta de Nutrição. "Eu como assim...", "eu não faço excessos", "eu não como doces" são frases frequentes de quem tenta encontrar justificação para não ter uma consulta de Nutrição.

 

Em Portugal, os nutricionistas/dietistas são profissionais de saúde licenciados. Nesse curso, estuda-se, entre outros, a composição dos alimentos.

 

Os alimentos são constituídos por nutrientes: hidratos de carbono (vulgarmente conhecidos por açúcares), lípidos (gorduras) e proteínas.

 

Relativamente aos hidratos de carbono, cada alimento tem a sua quantidade e, por isso, define-se (por cada 100 g) o número de unidades de hidratos de carbono.

 

Por outro lado, um mesmo tipo de alimento (por exemplo, pão) às mesmas unidades de hidratos de carbono podem corresponder Índices Glicémicos diferentes...isto é a "velocidade" com que esses hidratos de carbono são absorvidos no organismo (por ex, a diferença entre pão branco e pão integral).

 

Ter uma consulta de Nutrição é aprender a conhecer a natureza dos alimentos que escolhemos, mesmo que não se trate de açúcares livres (bolos, doces).

 

A Nutrição é uma parceira fundamental da Clínica Médica numa consulta de Diabetologia. Os diabéticos tipo 1 que o digam.



publicado por João Vilela Gonçalves às 08:24
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
"Uma especialista em Nutrição no Supermercado"

Este é o título de um muito interessante livro, recentemente publicado, escrito pela Dra Patrícia Almeida Nunes, dietista do Hospital de Santa Maria.

 

O livro destina-se ao público em geral, sendo educativo e informativo.

 

Com ele ganhará conhecimentos de "manhas e artimanhas" relacionadas com a nutrição.

 

É uma importante fonte de ajuda para uma melhor seleção da (qualidade da) comida que ingerimos.


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publicado por João Vilela Gonçalves às 21:15
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
Dieta Mediterrânica e Apneia Obstrutiva do Sono

Foi recentemente publicado no European Respiratory Journal, um estudo sobre a influência da dieta mediterrânica no síndrome da apneia obstrutiva do sono.

 

Foram selecionados 40 doentes, obesos, sob CPAP (respiração artificial durante o sono), com um ìndice Apneia/Hipopneia superior a 15, distribuídos por dois grupos.

 

Durante 6 meses, 20 doentes fizeram dieta mediterrânica (DM) e os outros 20 fizeram uma dieta "saudável". Todos os doentes tiveram limitação da ingesta de gorduras e de açúcares livres. A restrição calórica foi igual nos 2 grupos (1200-1500 kcal/ dia nas mulheres e 1500-1800 kcal/dia nos homens). Os doentes do grupo DM comeram três vezes mais vegetais, fruta, cereais não refinados e peixe que os doentes do outro grupo e uma terça parte de carne vermelha. Também fizeram actividade física regular (andar 30 minutos seguidos diariamente).

 

No final dos seis meses, os doente do grupo DM perdeu mais peso, tinha um perímetro de cintura menor e reduziu o Indice Apneia/Hipopneia de 68/hora para 50 enquanto os outro grupo apenas reduziu este índice de 56/hora para 53.

 

Assim, a dieta mediterrânica e o exercício físico possibilitaram a perda de peso dos doentes bem com a redução do número de paragens respiratórias durante o sono.

 

 

A Dieta Mediterrânica tem em curso apresentação de candidatura a Património da Humanidade (Unesco).


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publicado por João Vilela Gonçalves às 08:39
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
PISTACHIOS

Foi publicado (Eur J Clin Nutrition 2011: 65: 696-702) e apresentado (Congresso Federação Internacional de Diabetes) um trabalho, patrocinado pela Associação de produtores de pistachio da califórnia, que aborda a influência do consumo de pistachio na diabetes.

 

 

Uma mão cheia de pistachios, ingeridos após uma refeição hipercalórica e rica em alimentos com elevado índice glicémico, limita a elevação dos valores da glicemia, possibilitando uma secreção de insulina mais adequada.

 

NOTE QUE: independentemente do rigor científico do trabalho realizado, não me parece mal comer alguns pistachios após uma refeição mais "pesada". Os diabéticos poderão constatar o efeito do pistachio ao avaliarem a glicemia cerca de hora e meia após a refeição; o valor ideal seria inferior a 140 mg/dl e razoável se entre 140 e 200 mg/dl.


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publicado por João Vilela Gonçalves às 06:56
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
ÍNDICE GLICÉMICO

O Índice Glicémico (IG) é um conceito controverso que classifica os alimentos de acordo com a sua capacidade de alterar a glicemia. Os açúcares (hidratos de carbono) são necessários ao funcionamento do organismo enquanto fornecedores de energia. Uma grande parte dos alimentos contém hidratos de carbono, contudo nem todos alteram da mesma forma a glicemia pois têm diferentes "pesos", isto é diferentes índices glicémicos.

 

Por exemplo, a batata e a massa cozidas são dois alimentos com quantidades equivalentes de hidratos de carbono que aumentam a glicemia em diferentes valores pois têm diferentes IG.

 

O alimento que serve de comparação para o IG é o pão branco, ou seja a sua quantidade em hidratos de carbono. Os alimentos são classificados em baixo, médio e elevado IG ao serem comparados com a velocidade de digestão e absorção do pão branco.

 

Um alimento de baixo IG tem uma digestão e uma absorção mais lenta e, como tal, leva mais tempo a aumentar a glicemia, provocando maior controlo do apetite através da menor vontade de comer. São por isso recomendados para os diabéticos. Por outro lado, um alimento de elevado IG, por exemplo um doce, eleva rápidamente a glicemia pois tem uma digestão e absorção rápida.

 

Alimentos de baixo IG: vegetais, leguminosas (ervilhas, feijão, grão), fruta crua e com casca, pão de mistura ou integral

 

Alimentos de elevado IG: pão branco, batata, arroz branco

 

O IG de um mesmo alimento varia de acordo com o local onde é produzido, com o processamento, com a preparação e com a maneira como é cozinhado.

 

NOTE QUE: nem todos os alimentos com baixo IG são equilibrados (batatas fritas, chocolate). Os alimentos de elevado IG devem ser consumidos com "conta, peso e medida". É por causa destas diferenças que o diabético não deve evitar o acompanhamento pelo dietista/nutricionista...por alguma razão estas áreas do Saber são cursos superiores.



publicado por João Vilela Gonçalves às 06:10
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
CHOCOLATE...é bom e faz bem

No Congresso europeu de cardiologia de 2011, foi apresentado um trabalho acerca dos efeitos benéficos do chocolate.

 

A forma de apresentação (pó, barras, biscoitos, bebidas) e o tipo (preto, de leite ou branco) de chocolate foi irrelevante.

 

Um consumo diário de chocolate mostrou reduzir o risco cardiovascular em cerca de 30% bem como melhorar a diabetes. Tal parece dever-se à existência de polifenóis no cacau.

 

 

Opinião: estes resultados devem ter em atenção que o chocolate é comercializado com adição de açúcar e isso inevitavelmente aumenta a glicemia. Há estudos anteriores indiciantes destas conclusões relativos ao consumo de chocolate preto (que contém pelo menos 70% de cacau). Mas que chocolate é bom, é.

 


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publicado por João Vilela Gonçalves às 14:27
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011
CARNE VERMELHA

Foi recentemente publicado (American Journal of Clinical Nutrition) um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard (Estados Unidos da América), com cerca de 440 mil participantes, alertando para os riscos do consumo de carne vermelha.

 

A carne vermelha, especialmente através de alimentos processados (como o "cachorro" = pão com salsicha), aumenta o risco de desenvolver Diabetes tipo 2.

 

Enquanto o consumo diário de 100 g de carne vermelha não processada aumentou o risco de desenvolver diabetes tipo 2 em 19%, 50 g de carne vermelha processada (equivalente a um "cachorro" ou a 2 fatias de bacon) associavam-se a 51% de aumento do referido risco.

 

As proteínas da carne vermelha devem ser substituídas por outras mais saudáveis e que se encontram nas nozes, nos cereais e em produtos com baixa quantidade de gordura.

 

Os participantes que substituiram o consumo diário de carne vermelha por nozes, cereais e alimentos com baixo teor de gordura viram, respectivamente, o seu risco de diabetes ser diminuído em 23%, 21% e 17%.



publicado por João Vilela Gonçalves às 08:19
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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
Saudáveis NOZES

Em Março de 2011, numa reunião da Sociedade America de Química, foi apresentado um trabalho que compara as nozes a outros frutos secos (amêndoas, amendois, pistachios, outros).

 

As nozes têm duas vezs mais anti-oxidantes que a mesma quantidade de outros frutos secos. Sendo esses anti-oxidantes 2 a 15 vezes mais potentes que a vitamina E.

 

O consumo habitual de nozes (7 por dia) faz parte de uma dieta saudável já que têm proteínas de alta qualidade (podendo substituir a carne), vitaminas e minerais e fibra. As nozes são também ricas em gordura saudável, anti- aterosclerótica. O seu consumo não aumento o peso (sendo bom para diminuir a obesidade) e provoca saciedade (diminui a vontade de comer).

 

O consumo de nozes diminui as doenças cardíacas, alguns câncros, pedra na vesícula, diabetes tipo 2.

 

 


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publicado por João Vilela Gonçalves às 18:39
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
PESADO PESO

Decorre um programa televisivo, cópia do que existe no estrangeiro, em que concorrentes muito obesos ultrapassam sucessivas "barreiras" tentando perder o máximo peso possível.

 

Não são conhecidas doenças físicas responsáveis por tamanha obesidade.

 

As "barreiras" com que os concorrentes se deparam são apenas duas: dieta mais saudável e prática regular (diária) de exercício físico, cuja intensidade aumenta progressivamente.

 

Qual a surpresa dos resultados atingidos ?

 

O que levou aquelas pessoas a aderirem a esse regime dietético e de exercício ?

 

O que as motivou ? Aparecer na televisão ? ganhar prémios (além dos benefícios para a saúde) ?

 

 

Viver para comer provoca obesidade. A obesidade provoca diabetes, cancros e doenças cardíacas.

 

De que espera para alterar o seu estilo de vida ?

 



publicado por João Vilela Gonçalves às 13:15
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João Vilela Gonçalves
Consultor de Medicina Interna, pós-graduado em Diabetologia, tem a competência de Gestão de Unidades de Saúde. Trabalhou em serviços de Cardiologia, Nefrologia e Clínica de Hemodiálise, Consulta especializada do Pé diabético e em Unidades de Cuidados Intensivos. Desempenhou funções de Chefe de Equipa de Medicina do Serviço de Urgência do Hospital de Santa Maria. Foi Assistente Convidado da Cadeira de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas.

Responsável pelas Consultas do Hospital de Pulido Valente (Diabetes, 1994-2004), da PT-Associação de Cuidados de Saúde (Diabetes, desde 1997; Hipertensão Arterial, desde 2006), da Corclínica (Diabetes, desde 1999) e do Instituto Cardiovascular de Lisboa (Diabetes, desde 2004).

Tem o seu trabalho acreditado, do ponto de vista científico, através das inúmeras apresentações em Congressos nacionais e internacionais.
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